A vitamina D é essencial em diversos processos fisiológicos para a manutenção do estado ótimo de saúde. Sua associação com o metabolismo do cálcio, já é conhecido há muitos anos,  na prevenção de doenças ósseas, no entanto, estudos comprovam sua eficácia em outros processos metabólicos como redução do potencial metastático de alguns tipos de tumores, diminui o risco de câncer de pele(1) (2), inibição da calcificação das artérias coronárias em idosos (3), melhora da função pulmonar (asma), melhora da neuropatia diabética(4), axilia o controle do sistema imune em doenças auto-imune, efeito antiinflamatório, melhora da função cognitiva (5), depressão e alguns tipos de desordem do comportamento.

 

Baixos níveis de  vitamina D estão associados a resistência periférica à insulina, déficit cognitivo e aumento das doenças auto-imune. Sua deficiência já é considerado pandemia, com mais da metade da população mundial sob risco. Aumentando a incidência de depressão, Alzheimer, esclerose múltipla, asma e hipertensão, podendo levar a uma função anormal do sistema nervoso central.

 

  • Bons níveis de Vitamina D diminuiem o risco para:
  • Osteopenia
  • Osteoporose
  • Enfraquecimento dos músculos
  • Fibromialgia
  • Dor crônica
  • Fraturas
  • Câncer de colon
  • Doenças autoimunes
  • Doenças infecciosas
  • Doenças cardiovalcular
  • Esclerose multipla
  • Doença do fígado
  • Aumento da gordura abdominal
  • Hipertensão arterial

 

Estudos feitos nos Estados Unidos com 18.883 pacientes durante o período de 6 anos, associadou níveis diminuidos de vitamina D ao aumento de infecção no trato respiratório (6).

 

Outro estudo interessante indicou que pessoas com níveis elevados de vitamina D podem ter menor risco de desenvolver doença de Parkinson. Este estudo foi conduzido pelo Instituto Nacional para Saúde e Bem-Estar da Finlândia, e colegas acompanharam 3.173 homens e mulheres com idades entre 50 e 79 anos e que não tinham diagnóstico de Parkinson no início do estudo, entre 1978 e 1980.O trabalho foi publicado na edição de julho dos Archives of Neurology onde os pesquisadores observaram que 50 dos participantes acompanhados por um período de 29 anos, desenvolveram doença de Parkinson. Após serem feitos os ajustes para fatores potencialmente relacionados (como atividade física e índice de massa corporal), os indivíduos no grupo com níveis mais elevados da vitamina D apresentaram 67% menos risco de desenvolver a doença do que o grupo com menores níveis.

 

A vitamina D exerce efeito protetor no cérebro por meio de atividades antioxidantes, da regulação de níveis de cálcio, da desintoxicação, da modulação do sistema imunológico e da melhoria na condução de eletricidade nos neurônios.

 

Por ser uma vitamina liposolúvel , absorvida lentamente pelas gorduras, sua suplementação pode ser feita também através da aplicação intramuscular, sendo bem absorvida pelo sistema linfático armazenada nos tecidos.

 

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A suplementação deve ser feita na dose correta, associado a mudança no estilo de vida. Isso inclui exposição solar diariamente e consumir alimentos que contém vitamina D como leite, manteiga, ovo, fígado, ostras, peixes e etc(veja a figura abaixo):

 

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Referências bibliográficas:

1. Vitamin D and sunlight: strategies for cancer prevention and other health benefits. Clin J Am Soc Nephrol. 2008. 

2. Sun exposure and mortality from melanoma. J Natl Cancer Inst. 2005.

3. Active Serum Vitamin D Levels Are Inversely Correlated With Coronary Calcification. American Heart Association, 2006.

4. Low serum 25-hydroxyvitamin D concentrations are associated with insulin resistance and obesity in women with polycystic ovary syndrome. Exp Clin Endocrinol Diabetes. 2006.

5. Vitamin D Deficiency Is Associated With Low Mood and Worse Cognitive Performance in Older Adults. American Journal of Geriatric Psychiatry. 2006.  

6. Association Between Serun 25-Hydroxyvitamin D Level and Upper Respiratory Tract Infection Nutrition Examination Survey. Amrican Medical Association. 2009.

 

 

Produzido por: Clínica Higashi – Educação e Pesquisa